Sexta, 08 Julho 2011 14:26

Em Pleno Inverno, de Motocicleta Pelo Planalto Catarinense

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Em Pleno Inverno, de Motocicleta Pelo  
           Planalto Catarinense.


"Parecia Que uma garrafa de vinho havia Piscadó para MIM, um Carmenère 
chileno, otimo Preço passei A Mão e pensei: -. Vou Levar ESSA Comigo, pra
. When Chegar Ao Hotel 
. UMAs Época Duas da tarde, frio pra caramba Recém havia chegado um Urubici,
catarinense planalto, das Cidades Mais frias fazê país, DEPOIS de curtir 
espetaculares Paisagens Ao subir, solitário, uma Selvagem - also 
conhecida POUCO - Serra do Corvo Branco Detalhe:. em pleno inverno
Sulino, somente eu e "Silvina", uma Triumph Tiger 955 prata (donde o
apelido, de "prata"), ambos preparados para uma friorenta aventura 
"off-road".  
Naturalmente que os anjos da guarda foram convocados para uma
empreitada.  
Temperaturas batiam recordes não vistos - ou sentidos - há muitos anos, são contados, voltados
para sms e são em graus negativos, em madrugadas gélidas,
girando em torno de zero grau durante o dia. 
Estava viajando desde cedo, com apenas algumas fotos de recuperação para um
amigo " xixi " , algumas anotações sobre quilometragens percorridas e para
fotografar cenas curiosas, ou placas indicadoras, sem o mesmo canto nem
beber nada. Eram tantas as emoções ... que acabaram esquecendo ".    


Sexta-feira, 08 de julho, nove horas da manhã e da ponte Colombo
Sales, Florianópolis (SC), fazendo uma paradinha rápida" do lado de lá ", não
continente, para o total e parcial da
quilometragem que marcava no total: exatos 22.884 km. 
Desde a noite anterior que já está pronto. Moto abastecida, pneus
calibrados, nível de óleo verificado. Tudo OK Nem dormi direito. A
realidade é sempre a mesma coisa, um mistério de emoção / exitação que nos
aflige antes da partida. 
Como de hábito, previamente a cada viagem, de uma tarde
à tarde São Sebastião, em frente à igrejinha do mesmo nome, para as minhas orações, 
com proteção Superior para uma jornada que se iniciava. E prometia ser
"das boas": subir a rústica Serra do Corvo Branco, uma viagem / aventura  
que exige experiência e motocicleta adequada, estilo trail ou similar,
nunca uma custom, muito menos as esportivas.
Depois da subida estava programado uma passagem rápida por Urubici, e após,
Lages, na sequência, onde estava rolando o Motoneve, conhecido Encontro
motociclístico promovido pelo pessoal da Cia. Liberdade.   
 O inverno sulista deste ano 2011 apresenta rigorosamente como as vezes
 se viu.
Já saí de casa assim: Duas meias, uma das no tamanho 3/4 - mais uma de
reserva -; Nas pernas e cintura uma ceroulas especial para motociclista, 
comprada há anos atrás em Daytona Beach, que não estraga nunca 
. Calça de couro grosso, que eu mesmo mande fazer,
com folos laterais, folgada, e recos (zipper) para ficar justa nas
botas. Uma beleza. No esto um conjunto da norte-americana Aerostich 
( www.aerostich.com ), modelo Darien, duas peças, uma jaqueta
extensa de cordura espessa, cheia de bolsas, proteções para cotovelos, ombros,
etc ... 100% impermeável pelo sistema Tecido impermeável. Ela vem acompanhada de
uma "forro", outra capa interna, por ele só é uma peça para o
frio. Como duas juntas, então, é mais importante, me davam condições
para encarar o frio próximo a zero grau. Certamente que até abaixo, quando 
em movimento.

                              
Bauleto traseiro ("top case") da italiana Givi - deixei os laterais em casa
- e uma mochila no lugar do garupa. Levava-se roupas de reserva, óleo
lubrificante, "leatherman" - instrumento multiuso -, rolo daquelas fitas
tipo "silver tape" e reparo instantâneo de pneus. Três pares de luva, uma
capa de couro, outra capa de couro, especial para o inverno, uma pulseira (também
importada), e uma borracha, para encarar a chuva e a neve, se
necessário, totalmente impermeável.
Bota de couro com duas "demão" de macarrão para sapato, para melhor
isolamento. Levava balaclava e pescoceira, um reforço extra para o
pescoço. Na cabeça um Shoei Multitec, daqueles que "levanta a frente", 
com uma segunda versão transparente interna, anti-embaçante,
fundamental para o contraste entre o meio extremo e a nossa respiração
quente, internamente. 
Definitivamente estava bem preparado.  
Não houve previsão de chuva, mas mesmo assim levava um conjunto de tal,
com polainas para cobrir como botas.  
O duro com a roupa, mais parecendo um robô, aos poucos "como
melancias foram acomodadas na carroça" e me deixou mais livre
à medida que rodava. 
Na saída de Florianópolis pego o rumo sul pela BR-101 e no município vizinho
de Palhoça, saída 215 (16 km) à direita para a BR-282. Uma placa na
beira da rodovia indicava federal Planalto Catarinense e Lages.
Logo em seguida vem Santo Amaro da Imperatriz, que contorna-se. Águas
Mornas à direita, região de águas termais, e logo incia-se a subida,
asfalto gostoso, curvas abertas deliciosas, um deleite, o friozinho
rápido se fazendo sentir à medida que nos eleva em relação ao
nível do mar. Como que "esquentando", o motorzão de Silvina roncava
gostoso, com piscina calma, 110/120 km por hora. 
Levava mapa "na mão", em cartão de acesso fácil, e num cruzamento em Rancho
Queimado, há 60 km de Floripa, desvio à esquerda, placa de acesso Anita
, e há alguns anos adiante.
Entrava em terreno desconhecido, pois essa rota ainda não havia sido feita antes.

 Num lugarzinho mais recente da SC-407, um programa em boas condições, uma
paradigmática estratégia para um xixi amigo, o mesmo diante do sonho de uma criança em
casa, que está sempre presente, assustado com a minha presença.
Cala a boca seu chato ... Eu não os conheci.
Tenho dois lá em casa me esperando.  
Não se via, ainda, vivalma, todos dormindo até mais tarde, pois o
frio é tava de lascar. Praticamente sem movimento, há uma vez ou outra
passava um carro. 
Ao contrário de um pouco de frio nas pernas, dobradas, na altura dos joelhos
, quando uma calça de couro fica esticada, mas depois, o organismo se
defendendo, mandando mais sangue para uma área, acabei me acostumando, e tudo
ficou bem, semmitir de colocar um ceroula reserva. Era só o
começo ... do frio.
A estrada até agora é toda a asfalada, ainda com um trecho de
obras, já terraplanada, homens e máquinas de vez em quando em uma
pista. Dou de cara com as "patrolas" e passo pelo cantinho,
espremido ...! Em alguns pontos, um pouco de
prazer, muito relaxado, montículos, nada que atrapalhe nosso rodar tranquilo e muito
prazeroso, como costuma ser nessas estradinhas do interior. 
Uma casa grande, bem rural, ao lado de um córrego, galpão atrás e um
fusquinha azul velho, completando metade dentro, metade fora, completamente
empoeirado - deveria estar ali há anos - me faz parar para fotografar a
cena. Um peru não pasto e um cachorro - que foi descoberto com o zoom da máquina - os
olhares para mim, estático, virou hilária a foto, das melhores
para o longo de todo o percurso.  

Anitápolis, 600m de altitude, é uma cidade jovem no vale do rio Braço do
Norte, que nasce por ali. Fundada em 1961, região da grande Florianópolis,
distante 108
km , é eminentemente agrícola, formando parte do cinturão produtivo de verduras, leguminosas e frutas que abastecem a capital dos
catarinenses. É uma presença dos descendentes alemães. 
No entanto, para Santa Rosa de Lima, a cidade na sequência, "o buraco é mais
embaixo". 
Há apenas 24 km de distância, no entanto, um tempão para
percorrer, com todo o cuidado para não dar ao chão, em meio a plantações de
repolho, tomates e alfaces de beira da estrada, o aliado às paradas 
fotográficas. Volta e meia sente-se não é um "cheirinho" nada agradável
emanado de galpões de criações de porcos ...! A estrada piora, fica estreita,
para um só veículo, e é usada como uma
alternativa para as crianças. Em certos
locais são dois carros que se encontram a quem vai ter que se
inscrever no meio de um micro-ônibus escolar, mantendo a segurança, também por
causa da poeira, seguindo um tempo atrás dele, aumentando em muito a
segurança. Depois de um mergulho e desce interminável, lento - uns trinta km
por hora - em uma ponte cruza-se novamente o rio Braço do Norte,
pedregoso, de águas límpidas e nos aproximamos de Santa Rosa de Lima,
pequena vila que já foi a cidade com uma menor população do Brasil. Descemos
para 240 metros acima do nível do mar e a 120 km de distância da capital. 
Também eminentemente agrícola, foi apenas uma passagem. Tem um queijinho
frescal muito gostoso produzido por aqui, Santa Rosa, que custume comprar 
em Floripa. 
Em primeiro lugar, pavimento novo e num piscar de olhos, 
Silvina abanando o rabo de felicidade, me leva até o Rio Fortuna, uma rua
principal, cidade da eco-agricultura, e rumo a Braço do Norte,
SC-482, numa só tocada, sem parar, nada, apenas fotografando
como placas indicadoras e imagens interessantes do caminho.
Era grande a ansiedade para chegar ao Corvo Branco.
Entre Rio Fortuna e Aiurê há um "corta caminho", apenas 21 km, segundo me
informaram num posto de combustível local, mas repetia-se sob o / desce com
muitas curvas seguidas, modo que optei pelo asfalto, um pouco mais longo,
mas mesmo a menor velocidade é manter constante.   
Rio Fortuna, 130 metros de altitude, tem uma curiosidade: mantém-se com as
tradições alemãs e possui uma das maiores reservas de fluorita de Santa
Catarina. É considerada uma cidade com menor índice de mortalidade infantil do
Brasil. Fumo, piscicultura, extração mineral e de madeira são seus fortes. 
No município de Braço do Norte já é diferente, a cidade maior,
industrializada, também sujeita, mas tem seu forte na produção de
molduras, como as mais diversas, que são comercializadas no país inteiro e até 
exterior. Continua a descer em relação ao nível do mar, baixando,
para que ele volte a subir novamente.
Em sua avenida principal é uma placa, devidamente documentada, indicava 
Grão Pará, Aiurê ... e nossa tão aguardada Serra do Corvo Branco.
Sem maiores novidades, campo, asfalto, plantações, bois, cavalos e criações
de animais, belo rio a nossa direita, e chega-se a Grão-Pará, a apenas 12
quilômetros de distância. 
Cidade pequena, em torno de cinco mil habitantes, fundada em 1958, está a
110 metros de altitude. Como de hábito por essas regiões sulistas, é forte a
descendência de italianos e alemães colonizadores. Plantações de fumo,
pecuária, suíno e avicultura predominam, gerando-se laquis também no
ramo de confecções.  
To the first version of a street in the left, left and the single plate indicing to all the stations and lemes
regional. 
Aiurê a 14 quilômetros, chão batido e de lá inicia-se um forte subida.
Consumimos rapido uma pequena distância, estradinha de interior mas dava
pra tocar bem. 
Aiurê não tem nada, uma ruazinha, lanchonete, uma igreja - construída
em 1929 - tudo na rodovia estadual SC-439 - que nos leva a
Urubici -, simpática, grava em volta, capelinha de pedra com santinha -
não dá pra reconhecer era era. Aiurê Pertence ao município de Grão-Pará.
Paradinha para consultar o mapa. Não se vê ninguém.  
"Onde está todo mundo?" Logo na saída de uma estrada íngreme nos
alerta que realmente agora abra a subir violentamente. Primeira
engatada no "morro", mesmo com motor de quase 1000 cilindros, pegando
leve no acelerador, cuidando para não patinar, com pedras, ou derrapar,
muito menos escorregar para o lado. Se vacilar e tiver que "andar de ré" é
difícil segurar os mais altos duzentos quilos de Silvina. 
Uma subida é constante. Campos em volta, dia lindo, sol, sombra entre as
árvores, isso em torno de meio dia. A estradinha para um movimento de terra
em meio a um plantio de pinus, pinheirais, uma viseira do capacete levantada,
respirando aquele ar puríssimo da montanha.
Depois de duas cercas com pontilhões, o estilo "mata-cavalo", para o gado
não passar, chega-se a um altiplano fantástico, com os visuais mais
lindos presenciados em minha vida. Adiante, olhando para a frente, os
contrafortes da Serra, em tom azulado, pontiagudos, o céu
Extraordinariamente azul e limpo, riscado por dois aviões a jato que,
seus controles, se dirigiam ao norte. Para os lados do campo, gado
pastando, um sono impressionante, raro de se sentir.    
O cantor na beira da estradinha é pareíu a moto, desligue o motor e faça um
carinho no grande tanque de Silvina. Obrigado por me fazer aqui aqui
cara. Desci, flexionando as pernas, meio duras. Sem o capacete, me extasie
diante do que via e respire o fundo que pude. Panasonic Lumix voltando
 a funcionar, em fotos "para a posteridade". 'Tá tudo registrado. Ao som
de afinado bem-te-vi e curicacas distantes ... Uma Oração, em agradecimento 
Ao Senhor POR ter o privilegio de ali Estar ... Sozinho, Aquela vista, 
em dia espetacular, tanta beleza da natureza. 
Daquele "platô" que já estava bem alto, mais rápido, mais ainda,
passando por mata-cavalo, em estradinha sempre para um só veículo,
logo adentrando-se aos contrafortes e escarpas, vales sombreados, frios,
com paredões altíssimos do lado esquerdo e precipícios do outro.
É de arrepiar. Imaginem que sobe-se a 1200 metros de altura em apenas 5 km por
essa estrada sinuosa e perigosa. Uma planta com folhas enormes, que nasce
nas margens, além das torres íngremes, que é um aspecto do histórico
e aterrador, principalmente nas nuvens, que não era meu caso.    
Com cuidado, atenção para dar não dar de cara com outro veículo
desprevenido ... e vamos subindo, como que degustando cada curva, cuidando das
pedras do caminho comum das alturas, até culminar com
uma subida mais forte de todas, desde que inicia, num zigue-zague
inacreditável. Em primeiro lugar marchando, abrindo um pouquinho nas
curvas, de tão fechadas que eram. Nesse breve e último trecho final -  
quase vertical - tem uma felicidade de contar com asfalto, a 600
metros apenas, "véinho" mas que funciona, baita quebra-galho e as
alturas. Pelo menos a moto não patinava. Em dias de chuva deve ser um
horror.
Tem as pequenas aberturas que são como mirantes, com proteções laterais
("guard-rail"), para o poder parar e olhar para baixo, para as curvas,
escarpas e o verde infinito distante.
Corpo inclinado para a frente, pois com o peso à parte traseira pode-se empinar, e
chega-se ao topo, a 1470 metros de altitude, em meio a fantásticos cortes
verticais na rocha pura, a 90 metros de altura, o mais alto do país. Uma estrada
entre os outros. É demais  
Todo mundo para cima para fotografar e curtir o visual, o vale
que se estende à frente, a outra vista fabulosa, um
caminho claro que faz a frente na frente, em contraste com o verde impressionantemente
total. É o que vê, céu azul e o verde. Uma estradinha de ziguezagueando
até perder-se de vista. 
Ponto Daquele, para baixo, até Grão-Pará, são 27 quilômetros. Para Urubici,
sentido oeste, 30 km. Maquininha Fotografía saía e entrava repetidas vezes
sem saco grande de jaquetão, já com a bateria de reserva em funcionamento. 
Toca em frente, "que já vem gente", ágora do "lado de lá", nas
alturas, no pleno planalto catarinense. 
Para obter a agradável surpresa depois da descida pelo charmoso vale, eis que
aparecem asfalto novinho em folha, ainda sem como demarcações. Novamente
Silvina abana o rabo, feliz da vida, e enroscamos o cabo do acelerador,
tocando forte, nos deliciando com deliciosas curvas, como uma recompensa,
por tudo o que havíamos passado. Ali, comer sentiu-se a potência fazer
motor tricilindrico, 955 cilindros, 105 cavalos ... Rapidinho chega ao
cruzamento em obras, com uma estrada que sobe - mais ainda - e leva ao
conhecido Morro da Igreja / radar Cindacta, e vizinha Pedra Furada. 
Final da pavimentação.  
Ponto turístico interessante esse Morro. Está a 1828 metros de altitude,
onde se encontra um enorme submarino, por isso o Cindacta II
(Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Espaço Aéreo), que está sendo
rastreado em todo o Brasil e parte dos países vizinhos, O sinal sendo
enviado e elaborado em Curitiba, segundo as informações que tenho. Dizem que
até urubus eles captam ... !!! Imagens do complexo, uma enorme rede,
retangular vertical, com radar -, pode ser vistas na
internet.
Como já foi subido por algumas vezes e ser um pouco
conhecido, também por sua Pedra Furada, que faz a sua vez de alto, toque de
frente para Urubici, junto com as vizinhas Urupema e São Joaquim, como
 as cidades mais frias do país. 
E faz frio "pra carvalho" ... !!! Devia estar beirando o zero grau.
Esse Morro da Igreja, que faz parte do município de Urubici, é o ponto
mais alto habitado do sul do Brasil. Ali, a quase 1900 metros de altitude, 
em junho de 1966, foi registrada a temperatura média do país, menos 18
centígrados, isto é, 18 graus abaixo de zero. Brincadeira ôh meu ... !!!  
Desse ponto em diante, máquinas na pista, desvios, caminhões carregados,
poeira pra caramba, operários em pé na terraplanagem da estrada
em breve em pavimentação, e, entre casas, fazendolas, pousadas, patos no campo,
gado pastando e fumacinhas saindo das casas Chegou à rua principal de
Urubici, cerca de duas horas da tarde, no dia anterior, que não tinha comido nem
bebido nada desde o dia da manhã, quando saí de Floripa.
Tantas foram as emoções ... que esqueci ...! 
O posto de combustível / lanchonete Rodo Serra está localizado exatamente no
cruzamento da SC-439 com SC-430, centro da pequena cidade, onde se encontra
a pista e a água, de certa forma projetada pelo feito. Vamos agora tendo um
bom café e comer alguma coisa. 
Tive sorte, pois és uma moça muito simpática me atendeu, belo sorriso, depois
de todo o pó da estrada, me oferecendo pães de queijo e rosquinhas "da
hora", que foram cheios saboreados com fumegante "média com leite" ...!
Acho que foi o café mais gostoso da minha vida. Uma Delícia. 
Urubici é rural, agrícola, mas também turística, em pleno
desenvolvimento, conhecida por diversos atrativos naturais, 
cachoeiras, não incluídos roteiro Caminho das Neves e localizada no
vale do Rio Canoas, que nascem por e segue para o oeste, lá
adiante unindo-se ao rio Uruguai. Terra das hortaliças, é o maior produtor
de hortifruteiros de Santa Catarina. Também destacando-se cada vez
mais o cultivo de maçãs, especialmente a Gala da Gala, considerada a
melhor de toda a região serrana. Outro aspecto importante é o cultivo de
erva-mate, o produto básico do chimarrão tradicional, muito apreciado nos
países do Mercosul.
Ali num posto, num expositor com várias garrafas deitadas, foi que uma
delas olhou para mim ... acho que piscou. Passei a mão, direto para a
moto entre as roupas, para não ficar batendo. Era pra degustar em
Lages. Abasteci Silvina, with an panins
with farminés , piscas and sinaleira back to removedor the pó. Havíamos rodados somente 132 km desde
casa, mas que mais que muito. Em torno de 14 litros de gasolina comum.
 Bebeu bem a éguinha. Também pudera, com todas essas subidas.
Relaxado, barriguinha satisfeita, seguiram-se dois telefonemas, uma pra
casa, avisando uma família de minhas andanças, e outro para o (amigo) 
Jordânia (Martha) Wallauer, que ali próximo tem belíssima casa, em meio a um
vale e montanhas esverdeados e que ele era convidado para tomar uns
vinhos e pernoitar. Tentador de convite, pois além de excelente papo, sabia
de antemão que sua adega estava "bem abastecida" ... Agradeci, ficando 
para outra oportunidade. Jordan, também um aventureiro / motociclístico,
the was a giro pela patagonia argentine, numa GS 650
da BMW, idem solitário, in meio a picos neves, um frio - também - do
cacete.   
Uma sessão geral de moto, corrente seca, suja, empoeirada, e seguir
adiante, agora via SC-430, até Santa Clara, cruzando, onde está
a BR-282, dobrando à esquerda, para Lages, onde
pernoitaria ... e para o Motoneve. 
Percurso, idem, sempre muito lindo, serrano agora, em meio a araucárias,
asfaltinho meio machado, são só 24 km que foram engolidos num vapt-vupt até
o posto Janaína em Santa Clara, mesma metade do caminho entre Floripa e
Lages.  
Essa rodovia, uma BR-282, esse trecho, é de uma beleza ímpar, aliás, como
tudo por aqui. Excelente para rodar, bem construída e sinalizada,
110/120/130 km / hora, curvas maravilhosas, muito verde natural e de
reflorestamento, em questão de uma horinaria estava chegando na periferia de
Lages, cidade grande, com seus prédios à vista. Na primeira vez que você
se encontra à direita, para o Parque da
Missão , é onde se realiza a festa do Pinhão, mesmo local do evento,
Encontro motociclístico que realiza todo o final de semana.
O frio beirava os nove graus, positivos ... !!!

                                   
Só dei uma passada, pouco povoado, estava só começando, e fui para o
centro, hotelzinho simples mas limpinho, para um bom banho e jantar, mais
tarde. Silvina ganhou estacionamento coberto, depois de aliviar-lhe o peso
de cima. Acho que ouvi "um suspiro" ... !! 
A noite caminha pelo centro da cidade, acessa alguma coisa e volta ao
local do evento. Ainda mais, eu ainda em estado de êxtase por tanta
beleza vista natural durante todo o dia ... fui dormir. O frio, em torno de
dez horas da noite, andava pelo seis graus. 
Cairia tremendamente na madrugada, baixando de zero.
Dormi o sono dos deuses, sorrindo ... relembrando paisagens.
Dia seguinte, sábado, excelente café da manhã - que mel gostoso -
Mais uma vez, em uma
loja local , visite a belíssima igreja local. Arrumai minhas coisas, paguei a conta e me mandei
pra estrada, com uma passadinha no Motoneve, que estava melhor, mas ainda
meio desanimado. Muitas motos esportivas, barulhentas, que não me fazem mais
uma cabeça ... com todo o respeito. Com certeza à noite, sábado, "o pau ia
pegar", pois o que está procurando não é uma brincadeira. Muitos
casais, bundas empinadas ... e velocidade.  
Em torno de onze, depois de encontrar alguns amigos de Floripa, viajando com
imponentes Harley-Davidson, na estrada de novo, via SC-438. Destino:
São Joaquim, vinhícola Villa Francioni, na beira da estrada, Bom Jardim da
Serra, restaurante Cascata. Rodovia sempre pavimentada, em excelente estado,
com vistas e curvas cinematográficas, foi tudo passando, rapidamente, que
nem filme. Parada no mirante (topo) da Serra do Rio do Rastro, para um
excelente empanado de palmito com requeijão e massa integral ... Aqueles de
escorrer o recheio pelo canto da boca.  
Antes de Bom Jardim, uma vez e um pouco da tarde, numa sombra ainda, me
chama a atenção uma vez com as motos estacionadas, a enorme placa de gelo
passando a mão na mão para fotografar. Fiz uma volta e parei, também
fotografando. Uma festa. Imaginem Agora a temperatura é uma temperatura
baixíssima, para o próximo próximo do meio dia ainda ter gelo. 
Tempo bom. Céu azu. 
A Serra do Rio do Rastro está entre as vinte rodovias mais lindas do mundo.
Você é nossa conhecida conhecida, desde criança que subo por ela. O meu nome era
fazenda aqui por perto. O visual, sempre fantástico. Muitos turistas
agasalhados, fotografando do mirante, lá do alto. Em diasitate bons
eyes hibrida ver até o litoral, mais de cem quilômetros em linha reta.  
Foi encontrada em revistas rotatórias, no Brasil, da
revista conceituada Duas Rodas de motociclismo.   
Tem uma das curvas da Serra, que não pega sol. Tio João a chamava Curva
Fria. Quando faz muito frio, as águas são escorridas por suas paredes
, nas madrugadas. Era o que estava acontecendo, mesmo em plena duas
horas da tarde. Parei para fotografar como placas de gelo ainda grudadas sem
paredão e despenca um pedante lá de cima, espatifando-se no chão, espalhando
pedaços. Não seria nada legal se alguém estivesse passando por esse
momento.   
Passagem rápida por Lauro Mülller, onde reabasteci as Termas do Gravatal,
paradinha no Hotel Cabanas, a família de um amigo, onde o almoço
festivo, "Feijão com Samba" ... uma cervejinha, apenas, e segui para Tubarão,
visita "de Dr. " um Vó Ruth, minha mãe.  
Comecinho da noite estava em casa, Florianópolis, depois de um "pauzinho"
na "eternamente em obras" BR-101 sul.  
Em frente ao portal, De vez em quando duas mulheres, o rabo, Silvina, por
chegar ... Bita, uma cachorrinha vira-lata, da janela, ao me ver ... e mulher,
pois o maridão voltara inteiro.
Galo que é galo não abana rabo ... faz córócóco '. 
Hodômetro total marcando 23.608 quilômetros ... em torno de uns 800 km foram
rodados, pouco em termos de distância ... muito em emotions.  
"Gracias Señor, por la vida" ... por minha Tigre ..pelo espírito aventureiro e
por tantos locais lindos e maravilhosos desse meu - belo Estado de
Santa Catarina. 
Até uma próxima.    

Rui Cesar Bittencourt
Julho de 2011
www.ruibittencourt.com.br

RUI BITTENCOURT (61), é Ortodontista, fotógrafo, motociclista e
revista inglesa em seu blog anexo ao site (acima). 
Em 1985 publicou matéria em Duas Rodas ... De Moto na Neve, após vivenciar
tremenda nevasca na cidade de São Joaquim, à época com a XL-250 da Honda. Em
movimento, com o passar dos anos, grande parte do país
e vizinhanças. 
Reside em Florianópolis, SC

Ler 452 vezes Última modificação em Quarta, 23 Janeiro 2019 18:20
Rui Cesar Bittencourt

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